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A importância da Gestão Financeira para o seu negócio

 É indiscutível que para se manter qualquer negócio é de extrema importância ter o controle de todos os setores da empresa, sendo um dos mais importantes, se não o mais importante, o setor financeiro. Tendo em vista que para um empreendimento sobreviver de forma saudável, ter capital é indispensável. Mas para isso, é fundamental saber os tipos de gastos da empresa, o quanto ela está faturando, o quanto está lucrando, dentre muitos outros pontos. No Brasil, por exemplo, muitas empresas não têm esse controle e não conhecem a importância de uma boa Gestão Financeira.

Você vai ler sobre:

  • Por que ter uma gestão financeira
  • Ferramentas de gerenciamento financeiro
  • O que compõe uma gestão financeira
  • Princípios básicos de gestão financeira

Tempo de leitura: 6 minutos

Por que ter uma gestão financeira?

Você provavelmente já conheceu algum empreendedor que abriu um negócio e em menos de dois anos ele fechou, ou até mesmo você já passou por isso. Infelizmente essa realidade é bem comum, e sabe o porquê? Porque as pessoas, muitas vezes, não têm o conhecimento para fazer essa gestão, ou pior: não entendem a importância dela. Sendo assim, elas não procuram ajuda pois acham que esse investimento não é necessário em seu negócio. Porém, esse controle, muitas vezes, é o que vai salvar essa empresa. Nesse artigo, será mostrado um pouco melhor a importância de uma Gestão Financeira.

Entendendo o contexto

 Vamos analisar a seguinte situação: em uma empresa foi feita uma análise acerca dos lucros obtidos durante seu funcionamento. No entanto, para a surpresa dos donos, o mês que mais houve lucro líquido foi o mês em que menos venderam. Lucro líquido é o quanto você realmente ganha após descontados todos os gastos. Se naquela empresa os gastos para se vender muito eram altos e a margem de lucro sob as vendas dos produtos era incorreta, no final das contas seria melhor vender menos e ter menos gastos e, no final das contas, obter mais lucro do que vender muito, gastando muito e por fim obter menos lucro.

Percebemos então como a falta de conhecimento pode enganar. Para os donos da empresa, ver os altos valores em vendas era o que importava. Entretanto, há diversas outras questões que impactam mais fortemente as finanças da empresa. Seria então, muito mais vantajoso o controle através do lucro e não do faturamento bruto. E sabe como conseguimos obter essas informações? Através de uma boa Gestão Financeira.

Entendendo a Gestão financeira

Além disso, outro ponto que podemos abordar são tipos de Gestão Financeira, como: a Gestão Financeira Operacional e a Gestão Financeira Estratégica. A parte operacional seria a movimentação monetária ocorrida normalmente na empresa, dividida por setores, ou seja, os recursos que entram e o que saem de cada área, tudo isso sendo controlado pela área financeira. Ademais, obtendo essas informações é possível fazer o planejamento acerca da estratégia financeira do negócio.

Mas como assim planejamento estratégico do negócio? Bem, se você tem o controle dos seus gastos, faturamento e lucro, então você é capaz de estimar qual seria o melhor momento de fazer um investimento, seja com maquinários, empregando um novo funcionário, abrindo uma nova loja, entre outras possibilidades. Assim, isso deve ser decidido de forma estratégica e baseada em dados. Conforme entendemos que a Gestão Financeira é realmente importante e, mais do que uma forma de controle e de conhecimento do seu negócio, ela te permite saber o momento correto de fazer investimentos bem pensados. Portanto, como já vimos a importância desse serviço, vamos entender melhor como ele funciona?

Ferramentas de gestão financeira

Fluxo de Caixa 

O fluxo de caixa é a análise dos movimentos monetários, entradas e saídas, realizados por uma empresa. Assim, essa análise deve ser feita de preferência diariamente, registrando as despesas e as receitas. Sendo assim, ao final de um fluxo de caixa se deve obter o saldo disponível, em caixa ou depositado no banco, arrecadado pela empresa em um certo período de tempo. Segue abaixo algumas dicas do SEBRAE-SP em relação ao fluxo de caixa:

1. A aplicação do conceito do “fluxo de caixa é a mesma indiferente do ramo ou tamanho da empresa;

2. Mais do que recursos de informática e tecnologia, é preciso ter disciplina;

3. Faça os lançamentos diariamente;

4. Acompanhe o extrato do banco também diariamente;

5. Não adianta fazer cursos e não praticar, por isso exercite o aprendizado dia-a-dia;

6. Transforme o fluxo de caixa em uma rotina da empresa;

7. Registre sempre a saída do pró-labore, ele faz parte do balanço da empresa;

 8. Se não tiver tempo para fazer o fluxo de caixa você mesmo, contrate alguém que possa ficar responsável por essa função;

9. No caso de contratar um funcionário, acompanhe o trabalho executado por ele.

Demonstrativos de Resultados do Exercício (DRE)

 Outra ferramenta, um pouco mais complexa, é o DRE. Através dele é possível analisar a viabilidade do negócio, para que seja possível identificar se o empreendimento está ou não dando lucro. Entretanto, diferentemente do fluxo de caixa, que é algo diário e tem como objetivo verificar o dinheiro em caixa, o DRE deve ocorrer com um período maior. Assim, ele deve ser feito de mês em mês e, dessa forma, ele apresenta um panorama mais completo acerca dos resultados financeiros da empresa. Segue abaixo uma tabela exemplo para mostrar alguns pontos que são utilizados para calcular o DRE de uma empresa.

OBS: o símbolo de igual (=) representa o valor após os cálculos; o símbolo de menos (-) representa o valor que vai ser descontado e o símbolo positivo (+) representa o valor que será acrescido.

Fonte: Apostila de Engenharia Econômica do Professor Doutor Maxweel Veras Rodrigues 

 Classificação de gastos 

Custos, despesas, perdas e investimento podem parecer a mesma coisa, mas não são. Assim, para cada um desses gastos, há uma explicação e essas subdivisões são importantes para você ter o maior controle acerca do que você está gastando na sua empresa e qual o retorno que o capital investido vai lhe proporcionar.

Custos: São todos os gastos relativos à atividade de produção. Exemplos: matéria prima, aluguel da fábrica, gastos com manutenção do maquinário, salário dos operadores.

Despesas: São todos os gastos relativos à parte administrativa em geral, ou seja, tudo que não for da parte de produção. Exemplos: salários dos funcionários (vendedores, secretários, administradores), energia elétrica do escritório e da loja, gastos com combustível de transporte de mercadoria.

Perda: quando há dispêndio de dinheiro de forma anormal ou involuntária. Gastos que estão fora do seu controle ou planejamento. Exemplos: perdas com incêndio, gastos com defeitos, fenômenos da natureza (enchentes).

Investimento: gastos que serão utilizados em período futuro. Exemplos: aquisição de imóveis, equipamentos, compra de matéria prima para futura produção entre outros.

Conclusão

Tendo em vista o que foi apresentado, é notória a necessidade de uma Gestão Financeira. Todavia, por em prática esse monitoramento não é tão simples e requer, de fato, de uma atenção especial. Além da vontade de fazer, é necessário o conhecimento para pôr em prática todas as ferramentas, fazer as análises necessárias e gerar dados que sejam confiáveis para o negócio crescer. Sobretudo, estamos dispostos a fazer a mudança em sua empresa e todos esperamos que você também esteja disposto a ser cada vez melhor e a aprimorar ainda mais o seu empreendimento. Quer saber mais sobre como implantar um serviço de Gestão de custos na sua empresa? Entre em contato conosco e faça um diagnóstico gratuito!

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